Observatório das Metrópoles

 
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Home Conjuntura Urbana

Coleção Conjuntura Urbana

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O site do Observatório das Metrópoles disponibiliza os 11 volumes da Série Conjuntura Urbana, um esforço de sistematizar as informações produzidas pela rede nacional. A Série foi lançada  no último encontro da ANPUR. A coleção contempla as análises realizadas em 12 áreas metropolitanas, com foco nas desigualdades sociais e urbanas na escala intrametropolitana. Essas análises compõem a Série Como Andam as Regiões Metropolitanas, editado originalmente na Coleção de Estudos e Pesquisas do Programa Nacional de Capacitação das Cidades, do Ministério das Cidades.

ACESSE OS 11 VOLUMES:

Volume 1 - Hierarquização e Identificação dos Espaços Urbanos.
Neste volume, busca-se definir uma hierarquia para os espaços urbanos, tendo como pressupostos a centralidade, medida por indicadores do grau de importância, complexidade e diversidade de funções e sua abrangência espacial, e a natureza metropolitana, associada a níveis elevados de concentração de população e atividades, particularmente as de maior complexidade, e as relações que transcendem a região. Clique aqui e leia o Volume 1 da série.
 
 
 
 
 
 
 
 
Volume 2 - Tipologia das Cidades Brasileiras.
No Volume 2, apresenta-se o trabalho de pesquisa sobre Tipologia das Cidades  brasileiras, cujo objetivo foi o de identificar e classificar os municípios brasileiros. Clique aqui e leia o Volume 2 da série
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Volume 3 – Como Anda São Paulo. 
Para orientar a análise do espaço metropolitano, tendo em vista a construção de uma tipologia de municípios para a Região Metropolitana de São Paulo, procedeu-se a  uma análise fatorial da distribuição da população ocupada residente nos 38 municípios, excluindo-se a capital, de acordo com as categorias sócioocupacionais utilizadas pela rede Observatório das Metrópoles.  A variável síntese “categoria socioocupacional” constitui um sistema de hierarquização social obtido com a combinação das variáveis censitárias renda, ocupação e escolaridade, fornecendo uma proxy da estrutura social. Como resultado chegou-se a uma estrutura socioocupacional composta de 8 grandes categorias (cats) agrupadas segundo a existência simultânea de certas características no que diz respeito à ocupação, escolaridade, renda, posição na ocupação e ramo de produção/atividade.
 Clique aqui e leia o Volume 3 da Série
 
 
 
  
Volume 4 – Como Anda Salvador.
A economia dessa metrópole apresenta um ritmo de crescimento tão baixo na passagem do século, a ponto de convertê-la em recordista brasileira do desemprego. Os trabalhos desenvolvidos neste caderno se baseiam em dois pressupostos: primeiro, para compreender a evolução econômica recente da capital da Bahia é necessário resgatá-la de um passado mais remoto, de uma perspectiva de “longa duração”; segundo, é preciso ainda pensá-la em um contexto mais amplo, que vá além do seu arrière-pays, o Recôncavo Baiano e o Estado da Bahia, de modo a enxergar os laços que sempre manteve com a economia mundial.
Clique aqui e leia o Volume 4 da Série
 
 
 
 
 
 
Volume 5 – Como Anda Fortaleza.
A oficialização da Região Metropolitana de Fortaleza foi do  tipo compulsório, instituída e definida por  força  legal  (Lei Complementar n° 14/73). No que tange à realidade socioespacial, sua institucionalização deu-se antes da manifestação do processo de metropolização. No seu início, quando de sua instalação, a RMF era constituída pelos municípios de Fortaleza, Caucaia, Maranguape, Pacatuba e Aquiráz. Os sucessivos desmembramentos ocorridos devido à emancipação de vários distritos (Eusébio, Guaiúba, Itaitinga e Maracanaú) e a agregação de outros municípios à RMF resultou em conjunto dispondo de temporalidades diferenciadas bem como territórios distintos composto por 13 municípios. Horizonte, Pacajús, Chorozinho e São Gonçalo do Amarante, passaram a compor a Região Metropolitana, conforme a Lei 12.989 de 29 de dezembro de 1999.
Clique aqui e leia o Volume 5 da Série
 
 
 
Volume 6 – Como Andam Natal e Recife
A Região Metropolitana de Natal (RMN) é muito recente; com pouco mais de 1 milhão de habitantes e 2,5 mil km², foi criada formalmente em 1997. É formada por oito municípios: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Extremoz, Ceará Mirim, Nísia Floresta e São José do Mipibú. As relações econômicas e funcionais entre o núcleo e a periferia metropolitana se dão sob forte liderança de Natal, devido à sua importância econômica e concentração de serviços públicos, cuja posição é marcante no tecido socioeconômico da capital.
Recife. As principais questões abordadas enfocam o processo de metropolização que avança e diversifica no contexto nacional e no contexto de cada metrópole. Aborda-se a dinâmica de crescimento demográfico, o processo de expansão das periferias, o distinto peso que apresentam os municípios metropolitanos, no que se refere à participação na renda e na. Ao caracterizar as condições de desigualdade social em que se expande a Região Metropolitana do Recife, este estudo visa contribuir para o enfrentamento de desafios que se colocam ao nível local, bem como ao nível nacional, envolvendo o desenvolvimento da região e do país, a superação das desigualdades socioespaciais e a governança democrática da sociedade. Clique aqui e leia o Volume 6 da Série
 
 
Volume 7 – Como Andam Curitiba e Maringá
A Região Metropolitana de Curitiba – RMC, foi criada em 1973, no corpo da lei federal 14/73. Atualmente, agrega 26 municípios: os 14 originais, cinco desmembrados desses e sete municípios integrados aos limites regionais por legislações estaduais (Quadro 1.1 e Mapa1.1). Em 1970, a RMC sequer contava com um milhão de habitantes e, em três décadas e meia, passou a abrigar mais de 3,1 milhões de moradores, segundo estimativas do IBGE para 2004. A ocupação do espaço regional já na primeira década transcende os limites territoriais do município-pólo, configurando uma aglomeração contínua que incorpora à dinâmica metropolitana os municípios de seu entorno imediato. Clique aqui e leia o Volume 7 da Série
 
 
 
 
 
Volume 8 – Como Anda Porto Alegre
Ao nível intra-urbano, os 31 municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre foram divididos em 164 AED’s. Este trabalho debruçou-se sobre as fontes de dados: do FEEdados foram extraídas  informações de natureza socioeconômica; as pesquisas da Entrevista Domiciliar  (Edom), realizadas pela Metroplan,  forneceram subsídios específicos sobre as viagens urbano-metropolitanas; do banco de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade  (SIM-Datasus) e do Ipeadata,  foram colhidos os elementos para a análise sobre violência; o Sistema Nacional de Indicadores Urbanos (SNIU),  juntamente com o Perfil dos Municípios Brasileiros – Gestão Pública 2001,  do IBGE (2003), e diversos sites de organismos e entidades nacionais e regionais, subsidiou as análises institucionais e relativas à gestão municipal; e, por fim, a base da Secretaria do Tesouro Nacional (Finbra) foi consultada para o diagnóstico do desempenho fiscal dos municípios metropolitanos. Clique aqui e leia o Volume 8 da Série.
 
 
 
Volume 9 – Como Anda Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro não foi incluído na Lei Federal nº 14 de 1973, que instituiu, no Brasil, as primeiras regiões metropolitanas. O fato da região do “Grande Rio” abrigar dois estados da Federação – o Estado do Rio de Janeiro e o Estado da Guanabara – fez com que se aprovasse, no ano seguinte, a Lei no 20 – “Lei da Fusão” – a qual incorporou todos os dispositivos da Lei no 14 e, ainda, criou o Fundo Contábil para o Desenvolvimento da Região Metropolitana do Rio de Janeiro – RMRJ, destinado a financiar os programas e projetos prioritários para a Região. A RMRJ, quando criada, era composta por 14 municípios, num total de 6.464 Km2 com uma discrepância grande quanto à dimensão territorial entre os municípios, destacando, de um lado, Nilópolis com apenas 22 km2 e, de outro, o Rio de Janeiro com 1.171 km2.
Hoje, a Região Metropolitana do Rio de  Janeiro é composta, segundo a Lei Complementar nº 105 de 2002,  por 17 municípios: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Mesquita e Tanguá, no entanto, os municípios de Maricá, Itaguaí e Mangaratiba serão mantidos na presente análise, sempre que os dados permitirem, tendo em vista a forte relação destes com a dinâmica metropolitana. Uma das particularidades do Rio de Janeiro frente às demais metrópoles brasileiras é sua histórica crise econômica, que se iniciou muito antes da chamada “década perdida”. Clique aqui e leia o Volume 9 da Série.
 
 
Volume 10 – Como Anda Belo Horizonte
A pretensão deste trabalho é de natureza descritiva e procura apresentar um amplo conjunto de dados organizados em tabelas, quadros e gráficos, mas também em mapas. As informações foram trabalhadas e apresentadas por três níveis de agregação: o município; as Áreas de Expansão Demográfica  (AED), menor unidade espacial do Censo Demográfico disponibilizada pelo IBGE, e o grau de  integração do município à dinâmica Metropolitana. Cada AED é constituída por um agrupamento de setores censitários, o que permite uma análise intra-urbana com capacidade de revelar diferenças e desigualdades nem sempre passíveis de serem captadas quando se analisa o município.
Já o grau de integração à dinâmica Metropolitana, utilizado para todos os indicadores, procurou compreender até que ponto as questões sociais – demográficas econômicas, habitacionais, criminais, educacionais, participativas, entre outras – têm relação com a dinâmica Metropolitana, ou, dito de outra forma, são questões não apenas urbanas ou municipais, mas essencialmente metropolitanas. A reposta para a maioria delas é positiva, como se poderá ver pela leitura deste documento. Clique aqui e leia o Volume 10 da Série
 
 
 
Volume 11 – Como Andam Belém e Goiânia
A Região Metropolitana de Belém (RMB) foi instituída pelo Governo Federal em 1973, composta pelos municípios de Belém e de Ananindeua (BRASIL, 1973). Essa região foi ampliada em 1995 pelo Governo do Estado do Pará, com a inclusão de Marituba e de Benevides (PARÁ, 1995), envolvendo a área de 1.827,7 km2. Em 1996, com a criação do município de Santa Bárbara do Pará, a partir de desmembramento de Benevides, a RMB assume sua atual composição em cinco municípios. A seqüência de redefinições de limites municipais que compõem a RMB é por si um indício do processo político e econômico que envolve a formação de novas municipalidades no Brasil e na Região Norte. Com a  instalação de novas municipalidades o Estado passa a estar mais presente na região, mesmo que signifique a oportunidade para lideranças políticas destituídas de responsabilidade emergirem ao cenário político local.
A rigor, o espaço metropolitano de Goiânia, como objeto de estudos e de pesquisas, deveria ser pensado para além do que é conceituado institucionalmente. Entendemos que é importante refletir sobre esse espaço enquanto um território que se integra do ponto de vista econômico, social, político e cultural. Mais ainda, se do ponto de vista da política doméstica de cada município e das relações que estabelecem entre si, até agora, entendeu-se que Anápolis não deve fazer parte do espaço metropolitano instituído legalmente. Entretanto, do ponto de vista acadêmico é desejável que esse município, pelo menos para estudos e pesquisas em âmbito local e regional, seja inserido, pois a intensidade dos fluxos entre ele e a cidade pólo é crescente.
 
Clique aqui e leia o Volume 11 da Série
Última atualização ( TUE, 08 de Setembro de 2009 11:20 )  

 

 

 

 

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